Mainardisse!

Enqunato isso no Afeganistão

26/11/2009 · Leave a Comment

 

Momento relax no acampamento.

 

 

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Playlist da semana 25/11

25/11/2009 · Leave a Comment

Sei que a semana já começou ha 2 dias mas nunca é tarde para boa música.

1- AC/DC – Back in Black

2- She’s So Cold – Rolling Stones

3- Ramones – I Wanna Be Sedated

4- Elton John – Tinny Dancer (BG da cena de Almost Famous)

5- Urban Dance Squad – Deeper Shade of Soul

6- Pink Floyd – Arnold Lane

 

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Air Force One

25/11/2009 · Leave a Comment

Não sei o que eles estão vendo na tela mas tô morrendo de curiosidade.

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Pura sabedoria

24/11/2009 · Leave a Comment

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Vale Disco

12/11/2009 · 3 Comments

 

Inspirado no playlist da semana passada, sigo com as boas dicas musicais, modéstia a parte.

Recomendo absurdamente, necessariamente nessa ordem:

 

1 -Them Crooked Vultures / Them Crooked Vultures

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David Grohl (Foo Fighters e Nirvana), Josh Homme (Queens Of The Stone Age) e John Paul Jones (Led Zeppelin) numa banda só. Até forró ficaria genial.

2- Get Yer Ya-Ya’s Out / The Rolling Stones

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Edição de 40 anos do álbum. Stones na melhor fase, ao vivo e com 5 faixas extra.

3- The Fountain / Echo & The Bunnyman

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O tempo passa e o Echo não perde a mão no novissimo album. Segue na mesma pegada. Cheia de sombra e escuridão. 80’s da melhor qualidade.

4- XX / The XX

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BG alternativo de primeira. Para cozinhar, receber ou pensar na vida. Sem grandes pretensões.

5- Funeral / Arcade Fire

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Dica da Leti. Álbum é genial e a faixa “Wake Up” embala o trailer do igualmente incrível Where the Wild Things Are.

6- The Thrills / Teenager

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Pura diversão. Easy listening cheio de atitude.

Podem comprar todos, sem medo.

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São Paulo em 10 pratos

11/11/2009 · 3 Comments

 

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Pirajá

 

 

São Paulo é renomada por sua gastronomia. Realmente temos restaurantes incríveis por aqui e alguns pratos são absolutamente imperdíveis. Vamos aos meus combos, alguns óbvios mas geniais:

1- Beirute Tradicional do Frevo + Chopp Rabo de Peixe

2- Coxinha do Frangó + Cerveja Holandesa Urthel Hop-It

3- Cheese Salada no A Chapa (pouca maionese) + Milkshake de OREO

4- Milaneza Aperitivo do Pirajá (com molho de queijo à parte) + Chopp Garotinho

5- Bauru do Ponto Chique + Soda Limonada com muito gelo e limão espremido

6- Pizza Argentina do Camelo + Chopp

7- Bolinhos de Arroz do Ritz + Bloody Mary com Vodka Absolut

8- Steak Tartare do ICI Bistrot + Cerveja Brahma Extra

9- Kibe Crú da Tenda do Nilo + Coca Cola Light bem gelada

10- Pastel de Pizza da Dna Maria (Feira do Pacaembú) + Caldo de cana com Limão

Para todos os bolsos e todos os gostos.

ATENÇÃO – Evite a qualquer custo: Sanduiches de Mortadela e Pastel de Bacalhau do Mercadão. Perda de tempo, apetite e dinheiro.

Bom apetite.

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Playlist da semana 03/11

03/11/2009 · 1 Comment

6 músicas para a semana.

Tenho certeza que será ainda melhor com esse playlist na caixa:

1 – Apples In Stereo, Energy
2 – AC/DC -  Rock ‘N Roll Train
3 – Camera Obscura – French Navy
4 – Uprising – Muse
5 – Elvis Costello & The Attractions – (What’s So Funny Bout) Peace, Love and Understanding
6- Fiona Apple – Across the Universe

Vale a penas assistir a performance da musica 5 no programa do David Letterman, aquele talk show americano que o ser humano mais bizarro do showbiz brasileiro tenta imitar. Claro que sem sucesso.

Para os demais vídeos basta clicar e relaxar.

Boa semana a todos, curta e concentrada. Como deve ser um bom café.

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A volta do vinyl, ou quase isso.

18/10/2009 · Leave a Comment

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Sou usuário frenético do iTune Store. Todos os dias acesso a loja da Apple e dou uma sapeada no que os americanos estão ouvindo, vou em busca de novos sons, bandas desconhecidas por aqui e claro, enrriquecer minhas playlists.

Com o lançamento do iTunes 9 tempos atrás essa experencia ficou ainda mais bacana.

Tenho 36 anos. Minha descoberta mais consistente da música está diretamente ligada a compra de discos. As bolachas de vinil sempre foram objetos de desejo para mim. O preço não se encaixava muito bem no meu orçamento pré adolescente mas vez ou outra sempre descolava uma grana para comprar um disco novo.

Concert do The Cure, Alive II do Kiss, Nós Vamos Invadir sua Praia do Ultraje a Rigor iam para o toca-disco assim que chegavam em casa e tocavam um bocado. A coleção foi aumentando até que em 85, se não me engano, os CDs surgiram na minha vida.

Meu irmão voltou dos Estados Unidos com o primero modelo portátil lançado pela Sony na mala. Junto com álbuns que haviam sido recém lançados. Like a Virgin, Songs From The Big Chair e mais alguns.

Se o vinil já não era muito pro meu bico imagina os CDs. Eram importados e super caros.

Em 1991 fui para Nova York e nem consigo me lembrar a quantidade de vezes que fui a Tower Records do SoHo. Acho que o meu maior gasto na viagem foi com CDs. Eles eram vendidos em embalagens de cartão grandes. Com pouco mais do dobro do tamanho das caixas. Com artes super bacanas e mantinham um pouco da experiência de compra do vinil. Com o tempo as embalagens nada corretas ecológicamente foram banidas e o formato de venda atual, apenas as caixinhas, se instalou.

Hoje em dia no iTunes consigo trazer de volta muito daquelas minhas visitas a Tower Records. O catálogo é absolutamente monstruoso. Encontro quase tudo que procuro. E em alguns segundos o álbum baixa pro meu iTunes. Com todas as informações impecavelmente organizadas. Não concordo com o conceito de baixar músicas “ilegalmente” e menos ainda com a desorganização de nomes e desbalanço de volume e a incerteza de qualidade que essas músicas têm.

O iTunes 9 tem um recurso que vale muito a pena e resgata um pouco da experiência do vinil e das antgas embalagens de CD. É o iTunes LP. Uma interface multimídia que enche a tela do computador com um encarte eletrônico do álbum. Minha primeira compra nesse formato foi The Resistance do Muse. O disco é genial e com o novo recurso fica ainda melhor. Letras, créditos, fotos e vídeos criam uma experência muito mais imersiva e rica.

Genial, se tiver a chance experimenta. Vale cada centavo.

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As magrelas têm futuro?

23/09/2009 · 1 Comment

Magrelas no seu habitat natural - Munique

Magrelas no seu habitat natural - Munique

Ontem foi o Dia Mundial sem Carro.

Em teoria as pessoas deveriam deixar seus carros em casa e fazer suas atividades utilizando meios de transporte alternativos. Caminhar, pedalar ou tomar ônibus, trens ou metrôs.

Coisa dificil de se fazer numa cidade como São Paulo onde falta tudo. Uma boa malha de metrô, ciclovias e mobiliario bike friendly, calçadas decentes e segurança. Dificíl mas perfeitamente possível.

No domingo montei na minha bike e saí pela nova Ciclofaixa da cidade. Ela liga 3 parques por avenidas que reservam uma faixa exclusiva para as magrelas. Das 7h00 as 12h00, com calçamento em ordem e bem sinalizada não parecia em nada a São Paulo por onde havia pedalado tempos atrás.

Claro que ainda falta muito para chegarmos a um ponto onde a bicicleta será uma viavél opção de locomoção pela cidade. É preciso muita coisa dificíl de encontrar por aqui: Vontade política, educação e segurança.

Dependemos dos governantes para garantir alguma segurança e viabilizar ciclovias, bicicletários, etc…

Precisamos de educação dos dois lados. Motoristas devem entender que a preferencia é sempre do cilcilsta e exercitar o convivio pacifico com as bikes. Quem pedala deve sem hesitar, obedecer e respeitar as regras do trânsito, sinalizar ações, transitar corretamente e entender que só será respeitado quando respeitar.

Acho que o número de simpatizantes pelo ciclismo vem aumentando a cada dia e a causa ganha força. Quem sabe em um médio prazo não temos uma malha cicloviaria como a cidade de Lima no Peru. Já pedalei por lá e é perfeitamente viavél. Mesmo com o transito caótico é possivel se deslocar pela cidade sem problemas.

E em um longo (longuissimo) prazo tenhamos a infra estrutura de Munique na Alemanha, onde estive no ano passado e se pedala por absolutamente toda a cidade, com um trânsito civilizado e muita segurança.

Sei que é pedir muito mas quem sabe meu desejo é atendido e no futuro poderei circular com meus netos por São Paulo.

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Menos é mais

09/09/2009 · 3 Comments

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Com a idade passamos a apreciar as coisas que realmente valem a pena e tentar não despreender energia com aquilo que de fato não é necessário.

Passo breves férias no Rio Grande do Sul. Uma semana dedicada ao descanso e para tentar não pensar em nada. Escrevo de uma charmosa cabana a 14 km de Gramado no La Hacienda. Uma pousada cheia de charme e absolutamente deserta de pessoas. São 6 chalés e apenas o numero 2 está ocupado. Por mim e Leti é claro. Ter toda a atenção do staff é genial. O restaurante com apenas a nossa mesa no jantar e poder escolher a que horas o café da manhã será servido é um luxo que definitivamente me agrada. Pouca gente, pouca interação com desconhecidos e muito sossego eram exatamente do que eu precisava.

Claro que você deve estar esperando a minha costumeira reclamação. Dessa vez ela vai para os rodízios e os restaurantes all you can eat. Esse é um conceito que não me seduz mais. Na adolescência adorava as churrascarias rodízio. Comia feito um desesperado e achava tudo uma delícia. Naquela época essa era a única modalidade de rodízio que conhecia. Ouvia falar que no extinto Grupo Sérgio pizzas eram servidas nesse sistema.

Hoje o que me motivou escrever esse post foi o tão famosos Café Colonial da Serra Gaúcha. Saímos do conforto de nosso chalé com lareira acesa em direção a cidade de Gramado, mais precisamente ao Café Bela Vista. Neblina gigante, chuva e um frio de rachar convidavam a que cometesse o pecado da gula sem culpa.

Bastou que nos sentassemos para que o garçon começasse a encher a mesa com os mais variádos tipos de comida. Frango frito, bolinhas de queijo, cuca, bolo de amendoim, de cenoura com chocolate, de laranja, rocambole, presunto, pães, queijos, geléias, nata, ricota, mel, e muitas outras coisas cobriram a mesa e me deram uma certa agonia.

Estava tudo ok. Nada excepcional, como era de se esperar desse tipo de estabelecimento. A necessidade de mostrar fartura é diretamete proporcional ao desperdicio de comida. Cerca de 2/3 do que veio a mesa voltou para a cozinha. Provavelmente alguns pedaços de bolo, o frango frito e outros rangos que nem sequer foram tocados visitarão outras mesas, e quem sabe, terão um destino mais nobre.

Comi além do que gostaria e com certeza, um série de coisas que não escolheria.

Rodízios são desprezíveis e só me pegam em última instância.

Os de carne me afligem com o banho de sanque e os “aceita?” perguntados frenéticamente sem que se possa saborear absolutamente nada com calma.

Os japoneses me dão um certo nojo. Muito arroz, peixe de qualidade ultra duvidosa que com certeza frequentarão várias mesas se não forem fisgados por hashis corajosos.

Os de pizza são outro problema. As massudas redondas levam em geral recehios sem qualidade, e até que chegue a sua mesa um sabor que você realmente gosta, você já foi servido de pelo menos 4 pedaços que não escolheria no cardápio.

Hoje me convenci que não preciso comer nada daquilo que não quero. Ao invés de ir 3 vezes ao Aoyama, prefiro me sentar uma única vez no balcão do Nagayama. Troco um almoço fogo de Chão pelo Rubayat sem hesitar e qualquer 3 rodízios de pizza por uma redonda do Camelo.

E se for ao rodízio, por favor, não me convide.

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