Mainardisse!

Playlist da semana 03/11

03/11/2009 · 1 Comment

6 músicas para a semana.

Tenho certeza que será ainda melhor com esse playlist na caixa:

1 – Apples In Stereo, Energy
2 – AC/DC -  Rock ‘N Roll Train
3 – Camera Obscura – French Navy
4 – Uprising – Muse
5 – Elvis Costello & The Attractions – (What’s So Funny Bout) Peace, Love and Understanding
6- Fiona Apple – Across the Universe

Vale a penas assistir a performance da musica 5 no programa do David Letterman, aquele talk show americano que o ser humano mais bizarro do showbiz brasileiro tenta imitar. Claro que sem sucesso.

Para os demais vídeos basta clicar e relaxar.

Boa semana a todos, curta e concentrada. Como deve ser um bom café.

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A volta do vinyl, ou quase isso.

18/10/2009 · Leave a Comment

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Sou usuário frenético do iTune Store. Todos os dias acesso a loja da Apple e dou uma sapeada no que os americanos estão ouvindo, vou em busca de novos sons, bandas desconhecidas por aqui e claro, enrriquecer minhas playlists.

Com o lançamento do iTunes 9 tempos atrás essa experencia ficou ainda mais bacana.

Tenho 36 anos. Minha descoberta mais consistente da música está diretamente ligada a compra de discos. As bolachas de vinil sempre foram objetos de desejo para mim. O preço não se encaixava muito bem no meu orçamento pré adolescente mas vez ou outra sempre descolava uma grana para comprar um disco novo.

Concert do The Cure, Alive II do Kiss, Nós Vamos Invadir sua Praia do Ultraje a Rigor iam para o toca-disco assim que chegavam em casa e tocavam um bocado. A coleção foi aumentando até que em 85, se não me engano, os CDs surgiram na minha vida.

Meu irmão voltou dos Estados Unidos com o primero modelo portátil lançado pela Sony na mala. Junto com álbuns que haviam sido recém lançados. Like a Virgin, Songs From The Big Chair e mais alguns.

Se o vinil já não era muito pro meu bico imagina os CDs. Eram importados e super caros.

Em 1991 fui para Nova York e nem consigo me lembrar a quantidade de vezes que fui a Tower Records do SoHo. Acho que o meu maior gasto na viagem foi com CDs. Eles eram vendidos em embalagens de cartão grandes. Com pouco mais do dobro do tamanho das caixas. Com artes super bacanas e mantinham um pouco da experiência de compra do vinil. Com o tempo as embalagens nada corretas ecológicamente foram banidas e o formato de venda atual, apenas as caixinhas, se instalou.

Hoje em dia no iTunes consigo trazer de volta muito daquelas minhas visitas a Tower Records. O catálogo é absolutamente monstruoso. Encontro quase tudo que procuro. E em alguns segundos o álbum baixa pro meu iTunes. Com todas as informações impecavelmente organizadas. Não concordo com o conceito de baixar músicas “ilegalmente” e menos ainda com a desorganização de nomes e desbalanço de volume e a incerteza de qualidade que essas músicas têm.

O iTunes 9 tem um recurso que vale muito a pena e resgata um pouco da experiência do vinil e das antgas embalagens de CD. É o iTunes LP. Uma interface multimídia que enche a tela do computador com um encarte eletrônico do álbum. Minha primeira compra nesse formato foi The Resistance do Muse. O disco é genial e com o novo recurso fica ainda melhor. Letras, créditos, fotos e vídeos criam uma experência muito mais imersiva e rica.

Genial, se tiver a chance experimenta. Vale cada centavo.

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As magrelas têm futuro?

23/09/2009 · 1 Comment

Magrelas no seu habitat natural - Munique

Magrelas no seu habitat natural - Munique

Ontem foi o Dia Mundial sem Carro.

Em teoria as pessoas deveriam deixar seus carros em casa e fazer suas atividades utilizando meios de transporte alternativos. Caminhar, pedalar ou tomar ônibus, trens ou metrôs.

Coisa dificil de se fazer numa cidade como São Paulo onde falta tudo. Uma boa malha de metrô, ciclovias e mobiliario bike friendly, calçadas decentes e segurança. Dificíl mas perfeitamente possível.

No domingo montei na minha bike e saí pela nova Ciclofaixa da cidade. Ela liga 3 parques por avenidas que reservam uma faixa exclusiva para as magrelas. Das 7h00 as 12h00, com calçamento em ordem e bem sinalizada não parecia em nada a São Paulo por onde havia pedalado tempos atrás.

Claro que ainda falta muito para chegarmos a um ponto onde a bicicleta será uma viavél opção de locomoção pela cidade. É preciso muita coisa dificíl de encontrar por aqui: Vontade política, educação e segurança.

Dependemos dos governantes para garantir alguma segurança e viabilizar ciclovias, bicicletários, etc…

Precisamos de educação dos dois lados. Motoristas devem entender que a preferencia é sempre do cilcilsta e exercitar o convivio pacifico com as bikes. Quem pedala deve sem hesitar, obedecer e respeitar as regras do trânsito, sinalizar ações, transitar corretamente e entender que só será respeitado quando respeitar.

Acho que o número de simpatizantes pelo ciclismo vem aumentando a cada dia e a causa ganha força. Quem sabe em um médio prazo não temos uma malha cicloviaria como a cidade de Lima no Peru. Já pedalei por lá e é perfeitamente viavél. Mesmo com o transito caótico é possivel se deslocar pela cidade sem problemas.

E em um longo (longuissimo) prazo tenhamos a infra estrutura de Munique na Alemanha, onde estive no ano passado e se pedala por absolutamente toda a cidade, com um trânsito civilizado e muita segurança.

Sei que é pedir muito mas quem sabe meu desejo é atendido e no futuro poderei circular com meus netos por São Paulo.

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Menos é mais

09/09/2009 · 3 Comments

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Com a idade passamos a apreciar as coisas que realmente valem a pena e tentar não despreender energia com aquilo que de fato não é necessário.

Passo breves férias no Rio Grande do Sul. Uma semana dedicada ao descanso e para tentar não pensar em nada. Escrevo de uma charmosa cabana a 14 km de Gramado no La Hacienda. Uma pousada cheia de charme e absolutamente deserta de pessoas. São 6 chalés e apenas o numero 2 está ocupado. Por mim e Leti é claro. Ter toda a atenção do staff é genial. O restaurante com apenas a nossa mesa no jantar e poder escolher a que horas o café da manhã será servido é um luxo que definitivamente me agrada. Pouca gente, pouca interação com desconhecidos e muito sossego eram exatamente do que eu precisava.

Claro que você deve estar esperando a minha costumeira reclamação. Dessa vez ela vai para os rodízios e os restaurantes all you can eat. Esse é um conceito que não me seduz mais. Na adolescência adorava as churrascarias rodízio. Comia feito um desesperado e achava tudo uma delícia. Naquela época essa era a única modalidade de rodízio que conhecia. Ouvia falar que no extinto Grupo Sérgio pizzas eram servidas nesse sistema.

Hoje o que me motivou escrever esse post foi o tão famosos Café Colonial da Serra Gaúcha. Saímos do conforto de nosso chalé com lareira acesa em direção a cidade de Gramado, mais precisamente ao Café Bela Vista. Neblina gigante, chuva e um frio de rachar convidavam a que cometesse o pecado da gula sem culpa.

Bastou que nos sentassemos para que o garçon começasse a encher a mesa com os mais variádos tipos de comida. Frango frito, bolinhas de queijo, cuca, bolo de amendoim, de cenoura com chocolate, de laranja, rocambole, presunto, pães, queijos, geléias, nata, ricota, mel, e muitas outras coisas cobriram a mesa e me deram uma certa agonia.

Estava tudo ok. Nada excepcional, como era de se esperar desse tipo de estabelecimento. A necessidade de mostrar fartura é diretamete proporcional ao desperdicio de comida. Cerca de 2/3 do que veio a mesa voltou para a cozinha. Provavelmente alguns pedaços de bolo, o frango frito e outros rangos que nem sequer foram tocados visitarão outras mesas, e quem sabe, terão um destino mais nobre.

Comi além do que gostaria e com certeza, um série de coisas que não escolheria.

Rodízios são desprezíveis e só me pegam em última instância.

Os de carne me afligem com o banho de sanque e os “aceita?” perguntados frenéticamente sem que se possa saborear absolutamente nada com calma.

Os japoneses me dão um certo nojo. Muito arroz, peixe de qualidade ultra duvidosa que com certeza frequentarão várias mesas se não forem fisgados por hashis corajosos.

Os de pizza são outro problema. As massudas redondas levam em geral recehios sem qualidade, e até que chegue a sua mesa um sabor que você realmente gosta, você já foi servido de pelo menos 4 pedaços que não escolheria no cardápio.

Hoje me convenci que não preciso comer nada daquilo que não quero. Ao invés de ir 3 vezes ao Aoyama, prefiro me sentar uma única vez no balcão do Nagayama. Troco um almoço fogo de Chão pelo Rubayat sem hesitar e qualquer 3 rodízios de pizza por uma redonda do Camelo.

E se for ao rodízio, por favor, não me convide.

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Relógio mostra horas e não caratér

28/08/2009 · 2 Comments

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Educação definitivamente não se compra. Tive uma prova clara disso ontem.

Fui a uma reuinião em Curitiba. Na saída tomei um taxi com um senhor muito simpático de seus 60 e tantos anos. Aposentado, tem uma pequena frota de 3 taxis, levanta todos os dias as 5h30, come de maneira saudavél, pratica esportes, é feliz no seu casamento e sobretudo irradia energia positiva.
Tem uma visão excelente da vida, fala coisas muito sábias, claro que dentro de sua limitação mas me pareceu sobretudo, uma pessoa integra correta e com valores bem estabelecidos.

Desci do taxi contagiado pela positividade dele. E repensando minha teoria fundamentada no post anterior.

Bastou entrar no avião para que minhas esperanças fossem direto para o ralo.

Me sentei na pltrona 2C do vôo das 14h00 de Curitiba para São Paulo.

Claro que os bagageiros já estavam tomados e não pude guardar minha mochila. Adotei a segunda opção que é acondicionar a bagagem abaixo do assento a minha frente.

Exatamente na poltrona a minha frente estava o problema.
Logo que entrou já saquei a do cara. Cabelos impecavélmente penteados, vestia uma bem cortada camisa listrada, jeans de grife, um colete de nylon daqueles com gomos, olhos azuis, bolsa Fendi e uma cara nada amistosa.

Pensei comigo, sentando-se na primeira fileira, vestido nesse naipe, provavelmene é um cara cheio da nota. Começei a imaginar com o que trabalhava, qual o carro que guiava e claro logo tratei de ver o relógio que ele usava. Tenho mania disso e achava que um bom relógio diz muita coisa.

Ele usava um Panerai Luminor Submersible. Um dos meus preferidos. Claro que é um sonho distante afinal custa US$ 13.000,00.

Mesmo com essa pequena fortuna no pulso esse cidadão não sabe se comportar. Sem ter lugar para colocar a bolsa dele de algumas várias centenas de dólares ele passou a empurrar minha mochila por baixo do banco para acondicionar sua valise.

Com os pés não permiti que ele empurasse e ele seguiu insistindo e se irritando.

Na minha mente imediatamente ví a seguinte cena: Eu danto vátios tapas de mão aberta naquela cabeça cheia de gel.

Por sorte me controlei, engoli o sapo e a aeromoça colocou a preciosa valise do sujeito em um bagageiro mais para trás. Nem precisei dirigir a palavra ao tipo repugnante.
Conclusões: não existe pobreza maior que a de espírito. Dinheiro compra relógios, e só. E um relógio não diz nada sobre uma pessoa.

Esse é sujeito cheio do dinheiro mas miserável. É infinitamente mais infeliz que o taxista de Curitiba.

E pobre me sinto eu tendo que conviver 40 minutos com débeis mentais como esse.

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Brasileiros merecem José Sarney

20/08/2009 · Leave a Comment

Sarney, me faz um favor. Morre logo.

Sarney, me faz um favor. Morre logo.

Faz tempo que ando afastado do blog. A correria do dia-a-dia e uma certa preguiça de escrever me afastaram.

Na verdade faltava um assunto que me estimulasse a escrever. O insight veio nesse final de semana no aeroporto e amadureceu hoje num trânsito infernal.

Cheguei a uma conclusão tão clara quanto dura: O povo brasileiro merece o senador José Sarney.

Não falo da passividade do povo que assiste na inércia a ousadia e a picaretagem do líder do senado. Não acho que o povo deveria ir as ruas e clamar por justiça derrubando o sacripanta de bigodes do posto dele. Até porque, se tivessemos um levante contra Sarney, 93% dos particiapntes não saberiam explicar o que estariam fazendo lá e o grande clima de festa imperaria.

O brasileiro médio é completamente ignorante e não sabe se comportar. Isso não depende do lugar onde nasceu ou sua condição financeira.

O Antonio Prata já escreveu sobre o comportamento dos brazucas em aviões e isso dá um retrato claro do povinho que vive por aqui.
Basta o avião tocar o solo que os passageiros, que se julgam muito importantes por viajar de avião, soltam seus cintos, se levantam. Já se posicionando como mulas na fila para serem vacinadas pelo corredor. E claro que ficam impacientes com o tempo que leva até que a porta abra. O movimento da fila vale para o embarque tambem. Pode ser um voo São Paulo / Toquio que dura pouco mais de 24 horas e a agonia para entrar no avião é incontrolável.

Fico sentado e em geral sou o último a desembarcar. Se despachei bagagem lá vem mais um sofrimento. Normalmente evito voar com minha mala na cabine. Seria bem mais prático mas aquela turma que se mata para embarcar rápido ocupa o bagageiro sem critério então despacho as malas. No desembarque mais sofrimento, os nobres passageiros se concentram deseperadamente na frente das esteiras com medo de não recolher a bagagem na única vez que ela passar por eles. Elas passam uma vez só depois caem em um incenerador não é? Deve ser. Se não tamanha agonia não se justificaria.

É o mesmo tipo de gente que recorre a multas de transito mesmo tendo infrigido as regras, fura filas, estaciona inadequadamente em vagas para deficientes e tantas outras coisas que encheriam uma página e o saco de quem lê.

São em grande parte iguaizinhos ao nobre bigodudo. Sem escrúpulos, sem postura, sem eduação e principalmente sem respeito ao próximo.

Concordam comigo que merecemos?

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Pecado é não morder a maçã

29/07/2009 · 2 Comments

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Sou completamente xiita pela Apple.

Muita gente fala que a mística da marca é fruto do marketing, os preços são absurdos e não condizem com a qualidade. Já tomei até cordenões por ser tão enfático nas minhas posições.

Uso os produtos da marca desde que começei a trabalhar.

IIci, Quadra, Performa, Power Mac, G3, Cube G3, G4, PowerBook, iPod Photo já passaram pelas minhas mãos.

Hoje sou o feliz usuário de um MacBook Pro, iPhone 3G e um iMac. Para mim não existe outra opção de computador e agora de telefone.

Nada que se aproxima do iPhone. E ele traz muito da essencia da marca. Design irretocavel, simplicidade de uso e um cuidado absurdo com cada detalhe. Some a tudo isso a possibilidade de carregar nele todas as suas músicas, filmes, podcasts, e mails, agenda, fotos e zilhões de aplicativos. Fácil e intuitivo como tudo o que a Apple faz. Convergência de eficiencia com inteligencia.

Qualquer pessoa que passa usar um iPhone se transporta para um plano superior.
Vivo no Brasil onde infelizmente o aparelho tem o maior custo do mundo. Mas quem tem o previlegio de poder pagar por isso e já experimentou concorda comigo que ele não se compara a nada.

Minha admiração pela marca está exatamente em criar computadores e sistemas opreacionais muito além do tempo e que ditam tendencia e fazem com que a pobre concorrencia corra atrás sem nunca conseguir alcancar.

Se você não concorda comigo, me desculpe. Tenho certeza que quem perde é você.

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Clube do sono

22/07/2009 · 6 Comments

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Finalmente consegui assistir Clube da Luta na integra dias atrás.

Uma grande decepção.

Ok, o flime é bacana. O Brad Pitt além de bonitão, rico, marido da Angelina Jolie atua muito bem. Edward Norton não fica atrás, mostra muita competencia.

Tudo vai muito bem, fotografia, roteiro, sequencias.

Teria tudo para ser um filme excelente. Mas não é.

Tinha ouvido falar muito sobre ele. É genial! Que final é aquele?!? É muito bom.

Precisei me sentar por mais de 5 vezes para terminar. Todas as vezes que me propunha a assistir dormia. Não consigo dizer o que houve, acho que o conjunto da obra simplesmente não me agrada.

O ritmo me incomoda muito e quando consegui chegar ao final mais uma decepção.

O desfecho incrivel que tanto ouvi falar não rolou.

É como aquele prato que escolhemos num restaurante, com vários ingredientes que adoramos, mas quando chega a mesa não é nada do que esperavamos.

Se você já vu e gostou, me desculpe. Sou obrigado discordar.

Se não viu meu conselho é que aproveite melhor os 139 minutos que perderia assistindo.

Quem sabe se a expecataiva não fosse tão alta a decepção pudesse ser menor.

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Anarquista graças a Deus

03/07/2009 · 1 Comment

Banksy é um gênio. Dos maiores que surgiram nos ultimos tempos.

Quebrei a cabeça por um tempão e não cheguei a uma conclusão de como defini-lo.
O mais próximo que cheguei foi super heroi.
Nada paladino como um Superman ou Capitão America e muito mais para uma figura obscura como o Batman do Frank Miller.

Muita gente o define como artista de Grafitti. Só de olharmos para as obras dele já fica claro que ele vai bem além disso.

Ele tem identidade secreta. Ninguem conhece a cara do sujeito. Sai pelas ruas se manifestando com absurda atitude e engajamento. Pinta paredes, faz instalações e subvertertedo todos os conceitos.

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No lançamento do álbum de estréia da socialite semi débil, Paris Hilton, espalhou 500 exemplares feitos a sua maneira. Remixou faixas, alterou o nome das músicas e recheou o encarte com mensagens 100% Banksy style. Com o cuidado de manter o mesmo código de barras do álbum original, espalhou as cópias pela Inglaterra, para que quem comprasse a pérola musical só descobrisse quando tivesse saído da loja.

É o mais Punk de todos os punks. Escracha instituições, sistema financeiro, politicos, regimes politicos como ninguém.

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Não me canso de admirar o trabalho e espalho ele no desktop do meu computador, é o wallpaper do meu telefone e em breve terei suas obras na parede da minha casa. Claro que reproduções oferecidas gratuitamente no site dele.

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Acabo de descobrir que está rolando uma exposição dele no Bristol Museum. O vídeo ai embaixo mostra muito bem o trabalho que me arrepia e quase nada do gênio que o assina. Pena que vivo no Brasil longe do Banksy e perto do Belo, com toda a fata de respeito que ele merece.

God save Banksy!

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30 anos de Walkman

02/07/2009 · 1 Comment

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Há 30 anos a Sony criava um aparelho que revolucionou o mundo da música.

Nascia o Walkman®. Idealizado pelo presidente da companhia Akio Morita que gostaria de ouvir óperas em avião e jogar tenis com música.

O primeiro que ví foi um exatamente igual ao da foto ai em cima. Meu pai trouxe de viagem, do Japão se não me engano, para o tio Cacá. TInha fones gigantes e uma alça para ser levado a tiracolo.

Um modelito um pouco mais modernex   foi meu fiel companheiro nas tantas viagens que fiz entre São Paulo e Rio. Sentava-me no ônibus e ao som de muito Pink Floyd, Queen, Dire Straits, The Cure e tantos outros rasgava a via Dutra duas vezes ao ano. Bizzaro pensar que carregava além do aparelho uma caixa de fitas e uma caneta para rebobinar as fitas K7 sem consumir as pilhas.

Quanta diferença alguns anos depois. No meu telefone consigo com um toque na tela acessar o equivalente a 4000 músicas. Para juntar esse repertório em fitas precisaria de aproximadamente 267 fitas além de um estoque de pilhas para avançar e voltar para encontrar o som desejado. No meu iPhone tenho ainda filmes, jogos e muito mais.

As tardes que passava gravando as fitas a partir de LPs ou mesmo outras fitas transformaram-se em alguns minutos na tela do computador montando playlists no iTunes.

Nenhum desses avanços seriam possiveis se a Sony não tivesse dado um passo gigante ao criar um device que leva a música com você e permite que você se feche no seu mundo.

Sempre trabalhei de fones de ouvido. Me ajudam a concentrar, relaxar, desconectar e produzir melhor. Para aviões e aeroportos recomendo muito os headphones com noise cancellation. Blindam você contra o ruido pavoroso das turbinas e principalmente economizam seus ouvidos de papos chatos típicos dos famigerados brazucas.

Não sei quais serão os próximos passos do Walkman®, mas para onde quer que vá eu vou atrás.

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